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domingo, 26 de novembro de 2017

Mentes Criminosas - Análise de Personagens e História

       E aí pessoal, tudo bem? O livro a ser analisado hoje será o Mentes Criminosas, de Sérgio Pereira Couto. É um livro sobre suspense e investigação (como deu para perceber no título) e se passa em Little Rock, a maior cidade do estado norte-americano do Arkansas. Obrigado Wikipédia!
       Após a morte de um famoso cantor de blues, Tony Drashko e sua parceira Jen (foi mal, esqueci o nome completo dela, depois explico por quê) são chamados para resolver o crime. No começo, o caso já começa difícil: o assassino parece um perfeccionista; limpou quase tudo MAS, ele deixou um rastro de sangue, deixando brechas e mais brechas para encontrar o assassino.
       Tony, brasileiro, , representando!, e é para mim, um cara muito pouco carismático. Perdeu seus pais quando eles foram assaltados, não gosta de psicólogos e tem problemas em trabalhar com novos parceiros. Foi designado para o caso como um teste para entrar no CSA (CSI, eu sei que você pensou nessa palavra e sim, o autor também fala disso). Desde novo ele sempre gostou de coisas cujo assunto era investigação e sim, ele assistiu o seriado CSI. E MEU DEUS, como (e como!) esse livro fala dessa série. Se você nunca assistiu (como eu) nem precisa ver. Só de ler esse livro você já é um expert.
       Mas lembra que eu falei que ele tinha uma parceira? Jennifer Perez é uma das personagens do livro mais carismáticas (bem, nesse livro só há praticamente 2 carismáticos). Ela é mais experiente no trabalho do que o Tony e teve um passado parecido como o dele. Eles já haviam se conhecido antes do caso; Tony já havia presenciado uma palestra dela (não tenho que dizer que era sobre investigação, né?) e logo já a aceitou como parceira. No livro diz que a considera inteligente e bonita, então eu já pensei: "Pronto, vai rolar um love ter uma fusão entre romance e investigação". Mas por mais impressionante que seja, não teve. Pelo menos ainda, pois não terminei o livro.
       Lembra que eu brinquei dizendo que eu não lembrava do nome dela? A causa disso é que, como eu já disse, ela é uma das poucas personagens carismáticas do livro, mas o problema (CUIDADO, PROBABILIDADE DE SPOILER) é que depois da página 120 acontece um problema envolvendo um assassinato com a sua arma. Não, não foi ela que assassinou (penso e) mas ela poderia ser acusada de facilitá-lo, fazendo seu superior suspendê-la de seu trabalho. Não terminei o livro, mas se houver alguma mudança, eu publicarei outro post sobre o livro. Ela é substituída pelo seu ex-marido, Herbert Greenie, que não considero 100% carismático, mas o seu modo de resolver os problemas e seus diálogos são no mínimo engraçados.
       Uma coisa muuuito estranha que acontece muuuito frequentemente é o seguinte: toda vez que acontece algo que envolve conhecimento de investigações profissionais como análise de sangue, de cabelo ou até mesmo de uma bala, um personagem explica isso muito bem detalhado. Isso é legal, porque sou fã de investigação e é algo útil de se aprender, mas o estranho é que não é numa narração que isso acontece, tipo aquele momento em que se descreve o ambiente e tal, mas sim no diálogo, o que muda bastante a gravidade (pelo menos para mim). Não é como tipo:
       "A bala vindo do rifle saiu silenciosamente, percorrendo 23km em menos de 2 segundos, causando um enorme estrago na vítima." Acontece às vezes sim, mas não é a maioridade.
       O autor escreve assim: é como se um sargento olhasse para uma arma e dissesse para seu cadete: "Quem imaginaria que isso seria tão mortal 300 anos atrás, ein?" Aí o cadete responde: "É verdade, mesmo com 9mm ela pode disparar 15 tiros em 7 segundos, fazendo uma rotação de 486km e indo no máximo 17 metros. Com o seu pente de 17 balas e 3cm cada um, essa arma consegue perfurar até 3 metros de profundidade. Agora imagine antigamente em que até em 1923 essa arma..." Entendeu? É como se eles fossem dar uma aula a cada 14 páginas, deixando esse livro com mais cara de "Aprenda a Arte da Investigação" do que um livro de suspense.
       Obrigado se você leu até aqui, e se até no final do livro mudar alguma coisa que eu falei aqui, publicarei outro post, como eu falei anteriormente. Tchau!


sábado, 18 de novembro de 2017

Se houver o Amanhã - Parte 2 / Final

       Há muito tempo atrás, eu fiz um post sobre o livro Se houver Amanhã, de Sidney Sheldon e Tilly Bagshawe. Vamos ser sinceros, quem leu aquele post sabe que não foi um "OHH, que análise!!" (se você quiser ver o post que eu considero o meu melhor,clique aqui). Olhando para o meu antigo post, apenas pareceu uma sinopse. E como eu gosto MUITO desse livro, devo dar um post melhor dele.
       Não sei se vocês sabem, Se Houver Amanhã é o melhor livro que eu já li (só para deixar claro, não estou sendo patrocinado), porque: 1°, é escrito pelo Sidney Sheldon; e segundo, se trata sobre roubos ou coisas bem difíceis de se fazerem, como roubar joias dentro de um avião se infiltrando dentro de uma caixa. Acho que o Snake se inspirou nisso.
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       Tracy possuía um "noivo e profissão perfeitas", até que descobre que a sua mãe se suicidou (e calma, não dei spoiler), e assim começa a sua maré de azar:
       Tenta enfrentar Joe Romano, o "causador" do suicídio, mas é presa por atingi-lo com uma arma. Ele não morre, mas como possui um grande status na máfia e na cidade, ele "mexe seus pauzinhos" para fazê-la ficar presa por um crime que não cometeu: dizendo que ela roubou um quadro apenas para receber seguro. Ela é condenada, pois nem seu marido tentou ajudar para não manchar seu nome. 10 anos de prisão.
       Após ser solta, Tracy se torna meio robin-hoodiana: rouba dos ricos que fizeram maldade com alguém e, bem, não doa tudo para os pobres. Uma pergunta para aqueles que já leram o livro Anjo da Escuridão, também de Sidney: vocês se lembram da Lisa (eu acho esse é o nome dela)? Sendo uma cúmplice de um assassino em série, ela roubada os bens da vítima e doava tudo, mas TUDO mesmo para os orfanatos, por questões pessoais. Em questão de doar, Tracy não chega nem perto dela.
       Outro personagem interessante é o Jeff, também é um vigarista como a Tracy, possui um pensamento como o da Tracy e também já se divorciou. Não acho que ele sofreu tanto como a Tracy, apenas fugiu de casa muito novo (falo como se fosse algo fácil) por ter uma mãe pedófila, indo morar junto com seu tio, que administrava um circo que praticava golpes.
       Também tem o Daniel Cooper, um investigador muito, mas muito bom mesmo, que tenta capturar os dois. Mas ele é muito mas muito louco e muito obcecado pela Tracy. Simplesmente não sei o ele tem. Tudo bem, o livro descreve a Tracy como a própria beleza mas, COMO ELE PODE SER TÃO LOUCO ASSIM?!!!
       Sim, o livro tem aquele clichê em que tudo dá certo, menos no começo, pois possui os capítulos "O que fazer para piorar a vida da Tracy?"; os roubos normalmente correm bem, mas o suspense que o Sidney Sheldon coloca no livro é surpreendente.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Minha análise sobre Duolingo

       Leitores, faz um tempo que ando notando vídeos no YouTube com títulos como: "Duolingo funciona?", "Vale a pena utilizar Duolingo?", "Por que Duolingo funciona/não funciona" ou algo parecido.  Se vocês não conhecem-no, explicarei:
       Duolingo é um site em que você aprende os vários idiomas disponíveis para estudar, com milhões de usuários ao redor do mundo. Ele é criado pelo povo e para o povo, ou seja, o site funciona por pessoas que contribuíram, revisaram e complementaram o idioma no site (parecido com o Wikipédia).
       A proposta é que aprender uma língua seja como um jogo, com pontuação; níveis; lingots, que é como dinheiro, em que você usa para comprar "acessórios" como aprender expressões ou até mesmo cantadas (se estiver disponível, porque, como eu disse anteriormente, o site é "feito" pelo povo). Há até mesmo um placar para comparar você com seus amigos e MILHARES!!!!!!! de comunidades sobre praticamente tudo a ver com o idioma.
       Lendo desse jeito, dá para notar que o site é grande. E mais um pequeno detalhe, é 100000,00% de graça.
       Espero que tenham entendido. Bora ao assunto!
       Normalmente quando as pessoas vão falar desse assunto, eles detalham, explicam, repetem e enrolam e demoram a dar suas opiniões. Eu vou ser diferente deles, darei agora, e a minha opinião é:
       Duolingo ensina e muito a língua desejada a aprender!
       Eu, por exemplo, aprendi muito inglês com esse site, o suficiente para me sintonizar num local onde o idioma for inglês estadunidense se eu for teletransportado para lá.
       Mas Pedro, por que alguns professores de línguas dizem que o Duolingo não funciona.
       Irei responder em alto e claro: eles querem que vocês não vá para esse site para que assim vocês paguem para eles ensinarem. Por exemplo: se eles são pescadores e vendem atum, eles vão falar tudo que é possível para desvalorizar o salmão, a cavala, o bacalhau, todos os outros peixes.
       Você não vai aprender até o nível maximum masterpice of English, é claro. Você precisa de outras ajudas também, como aprender no Lingualeo (que a completa experiência é paga, mas dá para aprender muito na versão gratuita); assistir filmes sem legendas; ler nessa língua ou ver TED TALKS no YouTube ou no seu site oficial (que é muito bom, pois, além de aprender a língua, você aprende várias outras coisas interessantes). Mas se você nunca estudou inglês ou qualquer outra língua, é um ótimo começo.
       Nunca é ruim ter ferramentas para aprender (diferente de alguns vídeos que dizem que Duolingo é a pior coisa para utilizar, etc). Eu estou aprendi bastante inglês no Duolingo e estou aprendendo coreano, francês e alemão (se quiser ver meu perfil, clique aqui). Não uso mais nenhuma ferramenta extra para aprender essas três línguas, o que é ruim, mas estou aprendendo muito.
       Espero que tenham gostado desse post e esclarecido algumas dúvidas que quase todos tem ao começar a usar Duolingo, mas comecem a usar logo! É muito divertido, ensina bastante e recebe atualizações frequentes.
       TCHAU!

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